✨ A sensibilidade não é “dor”, é um pulso que vem do fundo do dente
A cena é comum: a pessoa sai do clareamento e sente uma fisgada rápida, como um choque leve. Não é defeito do tratamento — é o dente reagindo ao processo de abertura dos poros. É desconfortável, mas totalmente temporário.
🦷 Cada sorriso clareia de um jeito — e ninguém tem a mesma velocidade
Tem paciente que clareia em duas sessões… outros levam o dobro. A cor natural, hábitos do dia a dia e até a espessura do esmalte mudam completamente o ritmo. Não existe comparação justa: cada dente tem sua história.
☕ O “banho de luz branca” dura pouco se a rotina não acompanha
O clareamento funciona, mas café, chimarrão, vinho, molhos escuros e cigarro são vilões silenciosos. Não precisa parar de viver, mas precisa saber que exagero derruba o resultado bem mais rápido.
📏 O tom final tem limite — ninguém deixa dente de comercial em 24h
O processo clareia a cor natural do dente, não pinta por cima. Por isso existe um ponto máximo, um “limite biológico” que define até onde o sorriso pode ficar branco sem perder naturalidade.
🔬 Manchas internas e restaurações não mudam de cor
Aquela manchinha mais profunda pode exigir outro tratamento junto, como resina estética. Restaurações, coroas e facetas também não clareiam — às vezes é preciso trocar depois para igualar todo o sorriso.
🌟 O brilho final vem da soma entre clareamento, polimento e cuidados
O que realmente deixa o sorriso com aquela luz especial é um combo: clareamento bem feito + manutenção + polimento profissional. É isso que cria um resultado limpo, uniforme e com aspecto saudável.



